"Um amigo me disse, certa vez, que o maior erro que podemos cometer é acharmos que estamos vivos quando, na verdade, estamos dormindo na sala de espera da vida."

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Quase que minha vida...

Eu não tinha pais.
Eu adotei o céu e a terra como meus pais ! 


Eu não tinha casa.
Eu adotei estar consciente como minha casa. 


Pra mim não existia vida e morte.
Eu adotei a respiração e a aspiração como vida e morte. 


Eu não possuía meios.
Eu adotei a compreensão como meu meio. 


Eu não possuía habilidades especiais.
Eu adotei a falta de moral como minha habilidade especial. 


Eu não possuía olhos.
Eu adotei ser rápido como a luz como meus olhos. 


Eu não possuía ouvidos.
Eu adotei a sensibilidade como meu ouvido. 


Eu não possuía membros.
Eu adotei a agilidade como meus membros. 


Eu não possuía estratégias.
Eu adotei não desvanecer de pensamento como minha estratégia. 


Eu não possuía projetos.
Eu adotei prever oportunidades como meu projeto.



Eu não possuía princípios.
Eu adotei me adaptar às situações como meu princípio. 


Eu não tinha amigos.
Eu adotei meu coração como meu amigo.



Eu não possuía talentos.
Eu adotei o ser persistente como meu talento.



Eu não possuía inimigos.
Eu adotei a imprudência como minha inimiga. 


Pra mim não existia milagre.
Eu adotei levar a vida a meu modo como milagre.
 


Eu não possuía corpo.
Eu adotei a paciência como meu corpo. 


Eu não possuía armadura.
Eu adotei a compaixão como minha armadura. 


Eu não era iluminado.
Eu adotei a determinação como minha iluminação. 


Eu não possuía espada.
Eu adotei a ausência de ego como minha espada.