Através dos pesares
se escondem lâminas do passado
a madeira das paredes
em meu pequeno universo sensível
A rua continua a mesma
alguns domingos cheiram peixe
consciência que goteja lembranças
é apenas o presente que insiste andar de costas
Através dos pesares
não transmutaria nenhuma tolice
minha cor sempre será o verde
só não devia fingir ser um rato